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Livros do Autor |
ASSASSINATO NA CASA DO PASTORAgatha Christie
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Agatha ChristieAgatha Christie é conhecida pelo mundo como a Rainha do Crime. Seus livros venderam mais de um bilhão de cópias em inglês com outro bilhão em línguas estrangeiras. Ela é autora mais publicada de todos os tempos em qualquer idioma, somente ultrapassada pela Bíblia e por Shakespeare. Ela é a autora de oitenta romances de crime e coleções de pequenas histórias, dezenove peças e seis romances escritos sob o nome de Mary Westmacott. Agatha Mary Clarissa Miller nasceu em 1890 em Ashfield, Inglaterra. O pai morreu quando era ela muito pequena. Foi uma criança tímida e muito unida à família. A sua irmã Magda lia-lhe muitas histórias de Conan Doyle, Poe e Leroux. Agatha começou a escrever sob influência de sua mãe, que a incentivou a criar um conto, enquanto Agatha estava com um forte resfriado e de cama. Ela chegou a duvidar de sua capacidade, mas conseguiu. Continuou escrevendo encorajada por Eden Phillpotts, um teatrólogo amigo da família. Quando já estava famosa, disse que durante muitos anos se divertiu escrevendo histórias melancólicas em que a maioria dos personagens morria. Não pôde freqüentar a Universidade e acabou optando por estudar piano em Paris, onde tornou-se uma ótima profissional. Proximamente à Primeira Guerra Mundial, casou-se com Archibald Christie. E, nessa mesma época, começoua trabalhar como enfermeira, aprendendo a manejar drogas e venenos, prática que se tornaria de enorme utilidade para a escritora. O primeiro romance de Agatha Christie, O Misterioso Caso de Styles, foi escrito ao final da Primeira Guerra Mundial, na qual ela serviu como enfermeira. Nele criou Hercule Poirot, o pequeno detetive belga que mais tarde se tornaria o personagem de crimes de ficção mais popular desde Sherlock Holmes. Foi publicado em 1920. Em 1926, após uma média de um livro por ano, Agatha Christie escreveu sua obra-prima. O Assassinato de Roger Ackroyd foi o primeiro de seus livros a ser publicado pela editora Collins e marcou o início de um relacionamento autor-editor que durou 50 anos e 70 livros. O Assassinato de Roger Ackroyd também foi o primeiro dos livros de Agatha Christie a ser dramatizado – sob o nome de Álibi – e a fazer sucesso na West End de Londres. A Ratoeira, sua mais famosa peça, estreou em 1952 e é a peça de maior duração em cartaz da história. Agatha Christie tornou-se Dama na Ordem do Império Britânico em 1971. Ela morreu em 1976, e desde então vários livros seus foram publicados postumamente: o romance de sucesso Um Crime Adormecido apareceu mais tarde naquele ano, seguido por sua autobiografia e a coleção de pequenas histórias Os Casos Finais de Miss Marple, Problem at Pollensa Bay e Enquanto Houver Luz. Em 1998, Café Preto foi a primeira de suas peças a ser adaptada para o teatro por outro autor, Charles Osborne. Um de seus livros mais famosos, O Caso dos Dez Negrinhos (Ten Little Niggers) – cujo título se baseia em uma cantiga infantil tradicional da Inglaterra – causou muita polêmica na época de sua publicação nos Estados Unidos por conta de preocupações com acusações de racismo; por esse motivo, edições mais recentes receberam o título Then There Were None (Então Não Sobrou Ninguém). No Brasil, o título original permanece. O livro Cai o Pano, que narra a última aventura do famoso detetive Hercule Poirot, foi publicado um pouco antes de sua morte. Ao publicar a história, Agatha afirmou que preferia matar seu mais famoso personagem a ver publicações que ela não aprovaria utilizando-o após sua morte. Tanto Cai o Pano quanto Um Crime Adormecido, último livro da personagem Miss Marple, haviam sido escritos na década de 40, devido à preocupação da autora em não sobreviver à Segunda Guerra Mundial, e ficaram guardados durante décadas em um cofre de banco. Controvérsia Em sua autobiografia Agatha descreve o crescente distanciamento entre ela e o marido após a compra de uma casa no campo, quando ele se tornou afeito ao golfe, dedicando a maior parte de seus fins-de-semana ao esporte. Mas a crise sobreveio quando, após a morte de sua mãe, Agatha precisou assumir a organização da propriedade da família, Ashfield, em Torquay. Ela e o marido combinaram que fechariam sua casa e ela passaria o verão em Ashfield com a filha Rosalind, enquanto Archibald Christie, que trabalhava em Londres, ficaria pernoitando em seu Clube, na cidade. Com a missão concluída, a família se reencontraria para uma viagem à Itália. Agatha passou cerca de três meses separando sozinha os documentos e objetos antigos da família, decidindo o que seria doado, jogado fora, distribuído entre os parentes – tarefa que, combinada com seu sofrimento pela morte da mãe, a mergulhou em profunda depressão. Na data combinada, Archibald Christie chegou dizendo que não desejava mais viajar; por fim acabou confessando que durante sua temporada sozinho em Londres se envolvera com outra mulher (Nancy Neele) e queria o divórcio para poderem se casar. Esses eventos levaram ao colapso nervoso que culminou com o famoso desaparecimento da escritora. Em dezembro de 1926 o carro de Agatha foi encontrado abandonado, com as portas abertas, à beira de um lago, sem nenhum bilhete ou indício que indicasse seu paradeiro. Foram feitas intensas buscas, sem sucesso; falou-se sobre rapto, suicídio e assassinato; o marido infiel virou suspeito; no entanto, depois de 12 dias, o empregado de um hotel na cidade de Harrogate contatou a polícia informando que uma hóspede parecia-se muito com as fotos divulgadas da desaparecida. Chegando ao local, os investigadores constataram que se tratava de fato de Agatha Christie, que havia se registrado no hotel com o nome Theresa Neele (o mesmo sobrenome da amante de seu marido). A despeito das diversas teorias aventadas sobre o episódio – inclusive a acusação de que tratara-se de um golpe publicitário – a autora jamais entrou em detalhes sobre o acontecido; a declaração oficial foi de que ela tinha sofrido um colapso nervoso que provocara uma crise de amnésia temporária. Embora em seus livros autobiográficos não haja quase nenhuma informação sobre o desaparecimento, acredita-se que em O Retrato, publicado sob o nome Mary Westmacott, Agatha conte muito de sua história através da personagem Celia, que pensa em suicídio após ser abandonada pelo marido. Fonte: Wikipédia |
"Agatha Christie é para mim a melhor escritora do gênero em todos os tempos. Comecei a ler seus livros ainda criança, por influência de minha avó que me presenteava em meus aniversários com o melhor de Agatha. Coleciono várias edições e fico sempre à espera de novos lançamentos, sobretudo dos livros de bolso. Agatha Christie é simplesmente maravilhosa. Sua obra é fantástica, publiquem mais!
"
Viviane
Assis/SP
"Quando li pela primeira vez um livro de Agatha, me apaixonei, hoje sou viciado em Agatha amo muito suas estorias policiais, e como se desenvolve, o mistério me estimula muito... "
Carlos
Poa/rs
"Minha mãe é fã de Agatha Christie há mais de 20 anos. Ela colecionou todos os livros da autora, mas eles acabaram se perdendo devido ao tempo e às pessimas condições de alojamento. Tenho 19 anos, aos 14/15 comecei a descobrir o universo fantástico de Agatha e passei a ser fã, assim como minha irmã que hoje tem 25 anos. Quando soube que a L&PM ia republicar os livros fiquei muito contente. Já comprei todos os que ja foram republicados pela editora e entro periodicamente no site da L&PM para ver novidades!"
Diego F Garcia
Aracaju/SE
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