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O CASAMENTO DO CÉU E DO INFERNO E OUTROS ESCRITOS (BILÍNGUE)

William Blake
Seleção, tradução e apresentação de Alberto Marsicano

Coleção L&PM E-books
Formato ePub
144 páginas
ISBN 978.85.254.2440-2

R$ 11,90



O CASAMENTO DO CÉU E DO INFERNO E OUTROS ESCRITOS (BILÍNGUE)

William Blake
Seleção, tradução e apresentação de Alberto Marsicano

Coleção L&PM Pocket
Ref. 452
144 páginas
ISBN 978.85.254.1628-5
Também em e-book

R$ 16,90

William Blake

Nasceu em Londres, a 28 de novembro de 1757, filho de um comerciante. Seu pai, adepto do visionário Swedenborg, poupou-o da pedagogia oficial, incentivando a seguir seu próprio caminho e desenvolver seus dotes artísticos. As primeiras manifestações de vidência surgiram no futuro poeta aos quatro anos, quando vislumbrou a face de Deus na janela e deu um grito. Mais tarde, ao passear pelos campos de Peckam, encontrou uma árvore repleta de anjos de asas iridescentes, e num descampado avistou Ezequiel calmamente sentado. Ao relatar estes fatos à mãe, acabou por levar uma surra. Alheio às escolas, leu Swedenborg, Jacob Boheme, Paracelso e livros de ocultismo, enquanto caminhava pelos campos e riachos de Bayswater e Surrey.

Resolveu tornar-se um pintor, mas os altos custos desta arte fizeram-no optar pela técnica da gravura. Seu pai então levou-o ao atelier de Rylands, um dos mais renomados artistas da época, porém, ao fitar-lhe atentamente, Blake segredou ao pai: “Não gosto da cara deste homem, tem todo o jeito de quem vai morrer na forca”. E doze anos depois cumpriu-se a sua profecia.

Passa a ler Spencer, os Elizabetanos, Locke, Bacon e Winnckelmann. Freqüenta o estúdio de Basire, onde inicia-se na arte da gravura. Aos 21 anos, mestre em sua arte, começa a viver como gravurista. Conhece Catherine Boucher, com quem se casa a 18 de agosto de 1782.

Em 1784, associa-se a James Parker e abre um atelier de impressão. Imprimia seus livros como fazia suas gravuras. Os textos vinham sempre acompanhados de ilustrações e o autor fazia questão de diferenciar uma cópia da outra, tomando cada uma um exemplar único.

Do Livro de Urizen, existem seis reproduções diferentes que, embora possuindo o mesmo texto, diferem quanto à coloração e ilustrações. Independente dos preconceituosos editores de sua época, gravava e imprimia livremente seu trabalho, através de minucioso domínio técnico da arte da gravura, da qual foi um revolucionário. Em 1787, desenvolve um método totalmente novo de prensagem que, além de outras inovações, permitia utilizar todos os matizes de cor possíveis. Este insólito processo, denominado “Impressão iluminada”, foi realizado inspirado numa visão do espectro de seu falecido irmão Robert, que revelou-lhe então o bizarro engenho.

Em 1800, deixa Londres e parte para Felphan, no condado de Sussex, onde passa a residir num “cottage”. lá desenvolve o poema “Milton” e inicia uma série de gravuras encomendadas por William Hayley, com quem acabará por se incompatibilizar.

A Inglaterra entra em guerra com a França, e uma onda de patriotismo varre o pais. O poeta envolve-se numa discussão com um soldado, e é levado à corte sob a acusação de agressão e de proferir injúrias, sendo absolvido em 1804. Após este desagradável incidente, retorna a Londres, onde decide entregar-se totalmente à arte, pois pensa ter aprendido com Hayley a maneira de enriquecer às custas do próprio trabalho. Porém, logo desilude-se e enfrenta uma de suas maiores crises financeiras.

A pedido do gravurista Gromek, ilustra “The Grave” que, sob seus protestos, será gravado por Schiavonetti. Por uma mísera quantia, o desonesto Gromek adquire os desenhos do poeta, feitos especialmente para os “Canterburry Pilgrims”, de Chaucer, e os descreve (ou provavelmente os mostra) a Stothard, que criará suas gravuras inspirado nestas informações.

Os “Canterbury Pilgrims”, de Stothard, são expostos com grande sucesso de público e crítica. Gromek então envia uma carta insultuosa a Blake.

A 19 de malo de 1809, o poeta expõe seus “Canterbury Pilgrims”, originais. mostra que recebe um discreto número de pessoas e torna-se alvo de uma terrível crítica do periódico “The Examiner”. Blake, sentindo-se desprezado e injustiçado, continua a escrever “Jerusalém” e modifica o título do poema “Vala” para “Os Quatro Zoas”. Em 1812, exibe seus trabalhos na Associação dos Aquarelistas e, entre graves problemas financeiros, sobrevive graças às ilustrações que faz para o catálogo das porcelanas Wedgwood. O poema “Jerusalém”, finalizado em 1812, é muito bem recebido nos meios culturais e, cercado pelos amigos e jovens artistas admiradores de sua obra, passa seus últimos anos, morrendo em 1827, quando iniciava a impressão de seu “Dante”.

Opinião do Leitor

"É SURPREENDENTE O DOM DESTE MESTRE."

thais
santa maria/rs

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