Coleção L&PM E-books


TEATRO COMPLETO VOLUME 3 - O RATO NO MURO SEGUIDO DE AUTO DA BARCA DE CAMIRI

Hilda Hilst

“Há, em Hilda Hilst, uma recusa do outro e, ao mesmo tempo, a vontade de se ‘despejar’ nele, de nele encontrar algo de si mesma [...]”

Anatol Rosenfeld

 

Hilda Hilst (1930-2004), mais conhecida como poetisa e romancista, experimentou vários gêneros literários. Sua obra dramatúrgica abrange oito peças escritas no breve período de 1967 a 1969, quando já se dedicava inteiramente à literatura. Os textos ecoam o espírito da época – principalmente a experiência das ditaduras militares que tomaram a América Latina.

Em “O rato no muro”, de 1967, em um convento isolado, as freiras são chamadas não por nomes, mas por letras, e vivem um dia a dia de culpabilização e penitência. A autoridade da madre superiora reina suprema, até que a irmã H resolve questionar o status quo e promover o diálogo. Já “O auto da barca de Camiri”, escrita no ano seguinte, propõe uma alegoria sobre a justiça, com a encenação kafkiana do julgamento de um herói popular, inspirado na figura histórica de Che Guevara.

Enfim toda a pungência dramática da autora disponível aos leitores brasileiros.

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Informações Gerais

  • Título:

    TEATRO COMPLETO VOLUME 3 - O RATO NO MURO SEGUIDO DE AUTO DA BARCA DE CAMIRI

  • Catálogo:
    Coleção L&PM E-books
  • Gênero:
    Teatro
  • eISBN:
    978-65-5666-090-5
  • Edição:
    agosto de 2020

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“Há, em Hilda Hilst, uma recusa do outro e, ao mesmo tempo, a vontade de se ‘despejar’ nele, de nele encontrar algo de si mesma [...]”

Anatol Rosenfeld

 

Hilda Hilst (1930-2004), mais conhecida como poetisa e romancista, experimentou vários gêneros literários. Sua obra dramatúrgica abrange oito peças escritas no breve período de 1967 a 1969, quando já se dedicava inteiramente à literatura. Os textos ecoam o espírito da época – principalmente a experiência das ditaduras militares que tomaram a América Latina.

Em “O rato no muro”, de 1967, em um convento isolado, as freiras são chamadas não por nomes, mas por letras, e vivem um dia a dia de culpabilização e penitência. A autoridade da madre superiora reina suprema, até que a irmã H resolve questionar o status quo e promover o diálogo. Já “O auto da barca de Camiri”, escrita no ano seguinte, propõe uma alegoria sobre a justiça, com a encenação kafkiana do julgamento de um herói popular, inspirado na figura histórica de Che Guevara.

Enfim toda a pungência dramática da autora disponível aos leitores brasileiros.

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