Coleção L&PM Pocket


ELEGIA (BILÍNGUE)

Pablo Neruda

Tradução de Olga Savary

R$14,90

PRÊMIO NOBEL 1971
EDIÇÃO BILÍNGUE

Em dezembro de 1971, Pablo Neruda e sua mulher, Mathilde, viajaram a Moscou na tentativa de descobrir na medicina soviética alguma cura à doença do poeta, o câncer. Durante essa viagem, foram gestados os poemas de Elegia, publicado postumamente em 1974.

A cidade de Moscou – palco dos maiores sonhos revolucionários de Neruda –, assim como os amigos ausentes, mortos e desaparecidos, é objeto da homenagem última daquela que foi talvez a maior voz da poesia do século 20. Mas, se há afeto e saudade nos versos, há igualmente a inexorável presença da morte. E diversos fantasmas habitam os poemas de Neruda: Gogol, Maiakóvski, Púshkin, Górki, entre outros. Poucos poetas celebram a vida como Neruda. E, em sua sabedoria, ele soube aceitar também a morte como parte da existência e pagou-lhe seus devidos respeitos: "hoje na sombra de meu companheiro,/ no silêncio de meu companheiro/ na lua estilhaçada que derrama/ pranto, pranto de neve/ sobre o túmulo de meu companheiro".

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Informações Gerais

  • Título:

    ELEGIA (BILÍNGUE)

  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Poesia
    Literatura moderna internacional Poesia
  • Série:
    Pablo Neruda
  • Referência:
    433
  • Cód.Barras:
    9788525414182
  • ISBN:
    978.85.254.1418-2
  • Páginas:
    88
  • Edição:
    maio de 2005

Vida & Obra

Pablo Neruda

Ricardo Neftalí Reyes Basoalto nasceu na cidade chilena de Parral, em 12 de julho de 1904. Sua mãe era professora e morreu logo após o nascimento do filho. Seu pai, que era funcionário de ferrovia, mudou-se, alguns anos mais tarde, para a cidade de Temuco onde se casou novamente com Trinidad Candia Malverde. Ricardo passou a infân­cia perto de florestas, em meio à natureza virgem, o que marcaria para sempre seu imaginário, refletindo-se na sua obra literária.

Em Temuco,...

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Em dezembro de 1971, Pablo Neruda e sua mulher, Mathilde, viajaram a Moscou na tentativa de descobrir na medicina soviética alguma cura à doença do poeta, o câncer. Durante essa viagem, foram gestados os poemas de Elegia, publicado postumamente em 1974.

A cidade de Moscou – palco dos maiores sonhos revolucionários de Neruda –, assim como os amigos ausentes, mortos e desaparecidos, é objeto da homenagem última daquela que foi talvez a maior voz da poesia do século 20. Mas, se há afeto e saudade nos versos, há igualmente a inexorável presença da morte. E diversos fantasmas habitam os poemas de Neruda: Gogol, Maiakóvski, Púshkin, Górki, entre outros. Poucos poetas celebram a vida como Neruda. E, em sua sabedoria, ele soube aceitar também a morte como parte da existência e pagou-lhe seus devidos respeitos: "hoje na sombra de meu companheiro,/ no silêncio de meu companheiro/ na lua estilhaçada que derrama/ pranto, pranto de neve/ sobre o túmulo de meu companheiro".

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