Coleção L&PM Pocket


OS BRUZUNDANGAS

R$19,90

Mulato, pobre, revoltado, Afonso Henriques de Lima Barreto (1881-1922) utilizou seu enorme talento para combater as oligarquias, o racismo e as desigualdades sociais. Sua literatura, embora contundente, é marcada pela sátira, e Os bruzundangas são o seu grande exemplo.

Bruzundangas é um país hipotético descrito por um brasileiro e que possui todos os problemas do Brasil. Lá ocorre o nepotismo desenfreado, há privilégios e favorecimentos aos políticos, a saúde e a educação são tratadas em segundo plano, num conjunto de mazelas que – o leitor verá –, publicadas após a morte do escritor, em 1923, mantém uma terrível atualidade. Tal qual sua obra-prima O triste fim de Policarpo Quaresma (1911), este livro enquadra-se naquilo que Lima Barreto qualificou de "literatura militante", cuja missão era "fazer comunicar umas almas com as outras (...) reforçando deste modo a solidariedade humana, tornando os homens mais capazes para a conquista do planeta e se entenderem melhor, no único intuito de sua felicidade". Tudo com o estilo e o humor que o colocam entre os gigantes da nossa literatura.

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Informações Gerais

  • Título:

    OS BRUZUNDANGAS

  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Romance
    Literatura clássica brasileira
  • Referência:
    89
  • Cód.Barras:
    9788525408129
  • ISBN:
    978.85.254.0812-9
  • Páginas:
    160

Vida & Obra

Lima Barreto

Afonso Henriques de Lima Barreto (1881-1922) foi um jornalista escritor nascido no Rio de Janeiro. Era filho de João Henriques de Lima Barreto (mulato nascido liberto) e de Amália Augusta Barreto (filha de escrava liberta da família Pereira de Carvalho). Seu pai foi tipógrafo talentoso. Aprendeu a profissão no Imperial Instituto Artístico, que imprimia o famoso periódico A semana ilustrada. Sua mãe foi educada com esmero, tendo obtido diploma de professora. Ela morre...

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Mulato, pobre, revoltado, Afonso Henriques de Lima Barreto (1881-1922) utilizou seu enorme talento para combater as oligarquias, o racismo e as desigualdades sociais. Sua literatura, embora contundente, é marcada pela sátira, e Os bruzundangas são o seu grande exemplo.

Bruzundangas é um país hipotético descrito por um brasileiro e que possui todos os problemas do Brasil. Lá ocorre o nepotismo desenfreado, há privilégios e favorecimentos aos políticos, a saúde e a educação são tratadas em segundo plano, num conjunto de mazelas que – o leitor verá –, publicadas após a morte do escritor, em 1923, mantém uma terrível atualidade. Tal qual sua obra-prima O triste fim de Policarpo Quaresma (1911), este livro enquadra-se naquilo que Lima Barreto qualificou de "literatura militante", cuja missão era "fazer comunicar umas almas com as outras (...) reforçando deste modo a solidariedade humana, tornando os homens mais capazes para a conquista do planeta e se entenderem melhor, no único intuito de sua felicidade". Tudo com o estilo e o humor que o colocam entre os gigantes da nossa literatura.

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