Outros Formatos


O MELHOR DE PEANUTS

Charles M. Schulz

Tradução de Alexandre Boide

R$99,90

O melhor da turma de Charlie Brown

Em 2 de outubro de 1950, Charles M. Schulz (1922-2000), então com 27 anos, publicava pela primeira vez, em sete jornais americanos, a tira Peanuts. Era uma tirinha de humor tendo como personagens uma turma de crianças pequenas, sem ser dirigida ao público infantil. Embora o próprio desenhista não gostasse do nome (queria que se chamasse Good Ol’ Charlie Brown, “Bom e Velho Charlie Brown”), Peanuts caiu nas graças do público; acabou ganhando espaço além dos jornais, e os personagens tornaram-se os mais queridos para várias gerações de leitores, virtualmente no mundo inteiro.

Se a criação de Schulz era simples em termos de traços e composição, o mesmo não se pode dizer da psicologia dos personagens. No início contando com apenas quatro – Charlie Brown, Shermy, Patty e Snoopy –, Peanuts misturava ao mundo da infância uma boa dose de sarcasmo, crueldade, frustrações e dúvidas existenciais. Ao longo dos anos e das décadas surgiram, para completar o elenco: Violet, Schroeder, o pianista; a temperamental Lucy e seu irmão caçula Linus; Chiqueirinho, a sardenta Patty Pimentinha e sua melhor amiga, Marcie; o Franklin; Sally, irmã caçula de Charlie Brown, Rerun, o irmãozinho de Lucy e Linus; Spike e os outros irmãos de Snoopy; Woodstock, Frieda e seus cabelos naturalmente cacheados; a Garotinha Ruiva... Graças a tal nível de complexidade, riqueza e possibilidades, Schulz pôde inventar e reinventar a tira ao longo das quase cinco décadas em que a criou diariamente, com enorme sucesso. Em seu auge, era publicada diariamente em 2.600 jornais do mundo todo. Esses quase cinquenta anos chamam a atenção como um recorde de tempo não apenas no mundo das HQs, mas nas artes em geral. Porém, a genialidade de Peanuts e Schulz vai muito além da longevidade. Com seus traços simples, com as inovações em termos de quadros e balões e com a mescla da vida cotidiana com voos de fantasia, a tirinha revolucionou as HQs modernas e conquistou o status de grande arte. Mas não é preciso ser entendedor de HQs – nem mesmo leitor de HQs! – para se deleitar com esse mundo único de alegria e vulnerabilidade, de ansiedades e brincadeiras. Basta ser humano.

Com vocês, O melhor de Peanuts, que reúne as mais memoráveis tiras, desde os primórdios até os anos derradeiros, fornecendo uma visão única da evolução do desenho, dos enredos e dos personagens.

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Informações Gerais

  • Título:

    O MELHOR DE PEANUTS

  • Catálogo:
    Outros Formatos
    Coleção L&PM Infantojuvenil
  • Gênero:
    Quadrinhos
  • Série:
    Quadrinhos
    Peanuts
  • Cód.Barras:
    9788525433039
  • ISBN:
    978-85-254-3303-9
  • Páginas:
    648
  • Edição:
    outubro de 2015

Vida & Obra

Charles M. Schulz

Charles Monroe Schulz nasceu em Minneapolis, Minnesota (EUA), no dia 26 de novembro de 1922, mas cresceu em Saint Paul. Era filho único de Dena e Carl Schulz. Desde o nascimento, os quadrinhos tiveram um papel importante em sua trajetória. Com apenas dois dias de vida, um tio apelidou-o de Sparky por causa do cavalo Spark Plug, da tira Barney Google. Durante a adolescência, Charles e seu pai compartilharam um ritual: todos os domingos de manhã liam juntos os ...

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Em 2 de outubro de 1950, Charles M. Schulz (1922-2000), então com 27 anos, publicava pela primeira vez, em sete jornais americanos, a tira Peanuts. Era uma tirinha de humor tendo como personagens uma turma de crianças pequenas, sem ser dirigida ao público infantil. Embora o próprio desenhista não gostasse do nome (queria que se chamasse Good Ol’ Charlie Brown, “Bom e Velho Charlie Brown”), Peanuts caiu nas graças do público; acabou ganhando espaço além dos jornais, e os personagens tornaram-se os mais queridos para várias gerações de leitores, virtualmente no mundo inteiro.

Se a criação de Schulz era simples em termos de traços e composição, o mesmo não se pode dizer da psicologia dos personagens. No início contando com apenas quatro – Charlie Brown, Shermy, Patty e Snoopy –, Peanuts misturava ao mundo da infância uma boa dose de sarcasmo, crueldade, frustrações e dúvidas existenciais. Ao longo dos anos e das décadas surgiram, para completar o elenco: Violet, Schroeder, o pianista; a temperamental Lucy e seu irmão caçula Linus; Chiqueirinho, a sardenta Patty Pimentinha e sua melhor amiga, Marcie; o Franklin; Sally, irmã caçula de Charlie Brown, Rerun, o irmãozinho de Lucy e Linus; Spike e os outros irmãos de Snoopy; Woodstock, Frieda e seus cabelos naturalmente cacheados; a Garotinha Ruiva... Graças a tal nível de complexidade, riqueza e possibilidades, Schulz pôde inventar e reinventar a tira ao longo das quase cinco décadas em que a criou diariamente, com enorme sucesso. Em seu auge, era publicada diariamente em 2.600 jornais do mundo todo. Esses quase cinquenta anos chamam a atenção como um recorde de tempo não apenas no mundo das HQs, mas nas artes em geral. Porém, a genialidade de Peanuts e Schulz vai muito além da longevidade. Com seus traços simples, com as inovações em termos de quadros e balões e com a mescla da vida cotidiana com voos de fantasia, a tirinha revolucionou as HQs modernas e conquistou o status de grande arte. Mas não é preciso ser entendedor de HQs – nem mesmo leitor de HQs! – para se deleitar com esse mundo único de alegria e vulnerabilidade, de ansiedades e brincadeiras. Basta ser humano.

Com vocês, O melhor de Peanuts, que reúne as mais memoráveis tiras, desde os primórdios até os anos derradeiros, fornecendo uma visão única da evolução do desenho, dos enredos e dos personagens.

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