Coleção L&PM Pocket


"Em meu próprio trabalho arrisco a vida e nele minha razão arruinou-se em parte."

Van Gogh na última das "Cartas a Théo"

CARTAS A THÉO

Vincent Van Gogh

Tradução de Pierre Ruprecht

Em Cartas a Théo está a descrição das obras, a formulação do complexo e avançado pensamento estético de Van Gogh e a descrição da evolução da sua própria loucura. Um material emocionante e revelador, tanto pela sua obsessiva convicção de que era realmente um artista, como também pela paradoxal consciência da própria loucura. Nas cartas, Vincent fala abertamente da sua "doença", reflete sobre ela e dramaticamente prevê as crises que se tornaram mais freqüentes no final da vida e culminaram com sua morte trágica.

Nesta edição que a coleção L&PM Pocket lançou em 2002, foram acrescentadas mais de uma centena de cartas, em relação a edição de 1997, obedecendo à clássica antologia organizada por Georges Philippart e editada em Paris na década de 1930. Foram acrescentados ainda um glossário, identificando os quase 200 nomes citados por Vincent em sua correspondência, várias ilustrações com fac-símiles das cartas e o célebre texto do pintor Paul Gauguin, onde é descrito o episódio em que Van Gogh, num acesso de loucura, corta a orelha. Foram mantidas a introdução biográfica e a cronologia da vida e do tempo de Van Gogh.

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Informações Gerais

  • Título:

    CARTAS A THÉO

  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Arte
    Correspondência
  • Referência:
    21
  • Cód.Barras:
    9788525406194
  • ISBN:
    978.85.254.0619-4
  • Páginas:
    416
  • Edição:
    abril de 1997

Vida & Obra

Vincent Van Gogh

É em Groot Zundert que Van Gogh nasce, em 30 de março de 1853. Seu pai, Theodore Van Gogh, era pastor; sua mãe, Anna-Cornelia Carbentus, era filha de um encadernador da corte. Família honrada e antiga: já nos séculos XVI e XVII, os Van Gogh eram eminentes burgueses. Muitos tinham o gosto pelas artes. No século XVIII encontramos em Haia alguns Van Gogh exercendo o nobre ofício de tirador de ouro. Outros tornaram-se comerciantes de quadros.

Vincent er...

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Opinião do Leitor

JOACY VASCONCELOS
Fortaleza / Ceará

ESTOU SATISFEITO COM A LEITURA (em andamento) de Cartas a Théo. Estou conhecendo em profundidade esse grande pintor, que foi Van Gogh.

25/12/2012

Agatha

Yeda Arouche
Rio de Janeiro

O grande livro sobre Van Gogh é aquele que ele mesmo escreve! "Cartas a Théo" nos dá, em depoimentos, o pensamento (sob todos os níveis) do pintor. Cartas escritas por Vicent ao irmão e mantenedor Théo , de 1872 até 1890, são mais que revelações para quem deseja "sentir" de perto a obra e vida do pintor.

25/12/2009

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Em Cartas a Théo está a descrição das obras, a formulação do complexo e avançado pensamento estético de Van Gogh e a descrição da evolução da sua própria loucura. Um material emocionante e revelador, tanto pela sua obsessiva convicção de que era realmente um artista, como também pela paradoxal consciência da própria loucura. Nas cartas, Vincent fala abertamente da sua "doença", reflete sobre ela e dramaticamente prevê as crises que se tornaram mais freqüentes no final da vida e culminaram com sua morte trágica.

Nesta edição que a coleção L&PM Pocket lançou em 2002, foram acrescentadas mais de uma centena de cartas, em relação a edição de 1997, obedecendo à clássica antologia organizada por Georges Philippart e editada em Paris na década de 1930. Foram acrescentados ainda um glossário, identificando os quase 200 nomes citados por Vincent em sua correspondência, várias ilustrações com fac-símiles das cartas e o célebre texto do pintor Paul Gauguin, onde é descrito o episódio em que Van Gogh, num acesso de loucura, corta a orelha. Foram mantidas a introdução biográfica e a cronologia da vida e do tempo de Van Gogh.

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