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DOM SEGUNDO SOMBRA

Ricardo Güiraldes
Tradução de Augusto Meyer

Coleção L&PM E-books
Formato ePub
ISBN 978.85.254.3603-0

R$21,90



DOM SEGUNDO SOMBRA

Ricardo Güiraldes
Tradução de Augusto Meyer

Coleção L&PM Pocket
Ref. 55
240 páginas
ISBN 978.85.254.0709-2
Também em e-book

R$19,90

Ricardo Güiraldes

Nasceu em Buenos Aires em 1886 e morreu em Paris em 1927. Romancista, poeta e contista, dividiu sua vida entre a fazenda do pai no interior da Argentina e a vida mundana e intelectual de Paris. Dom Segundo Sombra foi lançado em 1926, um ano antes de sua morte, depois de publicar Cuentos de muerte y de sangre e Rancho, Momentos de una juventud contemporánea, um romance autobiográfico. Fez parte da vanguarda literária Martín Fierro, e seu romance Dom Segundo Sombra é considerado um dos maiores clássicos da literatura argentina e latino-americana. É uma verdadeira suma da vida dos homens do pampa. Estes homens silenciosos, temerários e com códigos especiais de honra e conduta, afeitos à solidão das vastidões planas, ao vazio infinito, ao horizonte sem curvas como o mar. Güiraldes, através dos conselhos e ensinamentos do legendário gaucho Dom Segundo ao jovem Fábio, eterniza a mística campeira num romance da estatura e da permanência de outro grande clássico latino-americano: o poema Martín Fierro, de José Hernández.

GÜIRALDES (poema de Jorge Luis Borges)*

Nadie podrá olvidar su cortesía;
Era la no buscada, la primera
Forma de su bondad, la verdadera
Cifra de un alma clara como el día.
No he de olvidar tampoco la bizarra
Serenidad, el fino rostro fuerte,
Las luces de la gloria y de la muerte,
La mano interrogando la guitarra.
Como en el puro sueño de un espejo
(Tú eres la realidad, yo su reflejo)
Te veo conversando con nosotros
En Quintana. Ahí estás, mágico y muerto.
Tuyo, Ricardo, ahora es el abierto
Campo de ayer, el alma de los potros.**

* In: Elogio de la sombra, 1969.

** Ninguém poderá esquecer sua cortesia; / era a não buscada, a primeira / forma de sua bondade, a verdadeira / suma de uma alma clara como o dia. / Não esquecerei tampouco a bizarra / serenidade, o fino rosto forte, / as luzes da glória e da morte, / a mão interrogando a guitarra. / Como no puro sonho de um espelho / (tu és a realidade, eu o seu reflexo) / te vejo a conversar conosco / en Quintana. Aí estás, mágico e morto. / Teu, Ricardo, é agora o aberto / campo de ontem, a aurora dos potros.

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