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MAS NÃO SE MATAM CAVALOS?

Horace McCoy
Tradução de Irene Hirsch

Coleção L&PM Pocket
Ref. 599
136 páginas
ISBN 978.85.254.1646-9

R$16,90

Horace McCoy

Horace McCoy nasceu em Pegram, a 14 de abril de 1897, no Tennessee, Estados Unidos, mas foi criado em Nashville. Aos dezesseis anos, deixou a escola e passou a trabalhar em diversas atividades, como mecânico, caixeiro-viajante e taxista. Durante a Primeira Guerra Mundial, McCoy serviu na França por aproximadamente dezoito meses. Participou de diversas missões nas linhas inimigas e também trabalhou como fotógrafo de reconhecimento. Em 1918, o piloto do avião onde McCoy se encontrava foi morto, e ele teve que aterrissar a aeronave sozinho. Devido ao ato de heroísmo, foi condecorado pelo governo francês, recebendo a Croix de Guerre.

Entre 1919 e 1930, McCoy exerceu a função de editor de esportes do Dallas Journal, no Texas, e ajudou a fundar o célebre Dallas Little Theatre. No final dos anos 1920, começou a publicar contos em revistas de mistério. Em dezembro de 1927, a revista Black Mask – que também lançaria autores como Dashiell Hammett – publicou The Devil Man.

Como alternativa para o desemprego durante a Depressão, McCoy se mudou para Los Angeles a fim de tentar a carreira de ator, mas não teve sucesso na empreitada. Encontrou trabalho em Santa Monica, numa competição de dança. Essa experiência serviu de material farto para sua primeira novela, Mas não se matam cavalos? (They Shoot Horses, Don’t They?), de 1935. Na França, após o lançamento do livro, McCoy foi comparado a Hemingway e Faulkner. Em 1969 a obra foi adaptada para o cinema por Sydney Pollack, com interpretação memorável de Jane Fonda no papel de Gloria Beatty.

Na década de 1930, McCoy lançou outras duas novelas: O pão da mentira (No Pockets in a Shround), de 1937, e Eu podia ter ficado em casa (I Should Have Stayed Home), de 1938, ambas também baseadas em suas experiências pessoais. Nessa época, McCoy já tinha uma boa reputação literária na França, mas ainda não obtivera reconhecimento em seu próprio país.

Em 1931, foi morar em Hollywood, onde viveu e trabalhou até o fim da vida. Escreveu mais de trinta roteiros para os grandes estúdios da época, desde westerns até dramas. A carreira literária seguiu com Kiss Tomorrow Goodbye (1948), um clássico da literatura noir, e Scapel (1952), que não teve o mesmo sucesso junto ao público.

McCoy morreu em Hollywood, em decorrência de um ataque cardíaco, no dia 15 de dezembro de 1955. Do autor, foi ainda publicado Corruption City, quatro anos após a sua morte.

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