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MANUAL DO LÍDER

Napoleão Bonaparte
Tradução de Julia da Rosa Simões

Coleção L&PM Pocket
Ref. 869
160 páginas
ISBN 978.85.254.2017-6

R$22,90

Napoleão Bonaparte

Napoleão Bonaparte nasceu em Ajaccio, capital da Córcega, em 15 de agosto de 1869. Aluno brilhante aos 16 anos formou-se como oficial de artilharia. Aderiu a Revolução Francesa em 1789 e em 1793, depois de liderar a retomada de Toulon aos ingleses, foi promovido a general de brigada. Tinha 24 anos e era o mais jovem general do exército francês. Aos 27 anos, em 1896, tornou-se comandante-em-chefe do Grande Exército depois de derrotar os austríacos na campanha da Itália. Inicia aí sua sua fulminante ascensão. Atingiu a celebridade comandando as tropas francesas em triunfos lendários como as batalhas de Rivoli na Itália e de Austerlitz e Marengo. Com o golpe de 18 brumário, Ano X, segundo o calendário da revolução francesa (9 de novembro de 1799, segundo o calendário tradicional), tornou-se o principal cônsul de um triunvirato que passou a governar a França com o fim do Diretório. Sua chegada ao poder foi favorecida pelos enormes problemas da época. De um lado, a França abalada pela corrupção e a desordem, por outro, a opinião pública indignada com os políticos. Eficiente, estabilizou politicamente o país, acabou com a corrupção, deu melhores condições de vida ao povo e em 1804 foi proclamado Imperador. Contraditório, brilhante, ambicioso, a verdade é que Napoleão Bonaparte deixou a sua marca na França e na Europa. Modernizou a administração estatal, criou um sistema educacional para população, criou o código civil e o código penal, acabou com a excessiva influência da Igreja e com o feudalismo, impedindo o retorno das velhas práticas anteriores à Revolução Francesa. Resumindo, Napoleão tornou-se imperador, mas não abdicou dos princípios básicos da revolução.  Ambicioso, quis dominar a Europa e envolveu a França num período de Guerras que custaram o caro aos cofres públicos, mergulhando o país numa grave crise econômica e institucional. Como conseqüência, em 1814 foi pressionado a abdicar e exilar-se na Ilha de Elba, localizada a 30 km da Costa Iltaliana, na Toscana. Um ano depois fugiu do exílio e retomou o trono após retorno triunfal. Começa aí o chamado “governo dos Cem Dias” que terminou com a deposição definitiva de Napoleão em outubro de 1815, após a derrota para os exércitos prussiano e inglês na Batalha de Waterloo. Seguiu então para o desterro na Ilha de Santa Helena, possessão britânica no meio do Oceano Atlântico, onde morreu em 5 de maio de 1821.

 

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